quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Protestante americano leva "vila Bajo" à vitória no torneio entre "Fairy" e Seleção de Detergentes do Resto do Mundo

O título da seguinte notícia - "Banqueiro português eleito n.º 1 em lista de líderes gay" - que vem hoje na edição on line do Público faz tanto sentido como o título desta crónica. Ser gay está para a atividade bancária como a atividade bancária para ser gay... Ou seja, para o gay que esteja a ler isto e que ainda não percebeu, NÃO TEM QUALQUER RELAÇÃO!, não vá já ele a correr inscrever-se na Católica para tirar um MBA em Fanancial Services and Banking accounting Fire Wall Google Maps in The House... Quando Pessoa escreveu o "banqueiro anarquista" com certeza não pensou nas consequências que daí poderiam advir. Estava a abrir, sabemos agora, uma caixa de pandora. Para António Simões, o "banqueiro gay", esta distinção pode "ajudar outros"... Ajudar outros a quê?, pergunto. Ajudar outros banqueiros a serem gays? Ou ajudar outros gays a serem banqueiros? Estou tão confuso que me apetece entrar no mundo da alta finança só para ver se me esclareço. Por falar em gays e malta de graveto, o Vaticano suspendeu um bispo alemão, que gastou milhões na remodelação de uma residência episcopal. Ao que parece, as obrazitas custaram qualquer coisa como 30  milhões de Euros, estando inicialmente orçadas em 2 milhões. Nem em Portugal se derrapa assim, caro bispo Franz-Peter Tebartz-Van Elst (Chiça, só o nome do prelado é coisa para ter custado um milhãozito, não?) Entre os gastos sumptuosos de Franz-Peter, encontram-se 600 mil Euros em obras de arte para decorar a residência do bispo e 15 mil numa... banheira! É isso, ouviu bem, não é cancro nos ouvidos! Deve ser para lavar a alma...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Paulo Cafôfo, Paulo Cafôfo, Paulo Cafôfo!

Tinha que deitar isto cá para fora!

"Obrigado Troika" é igual a "Desculpa Angola"

Por acaso tive pena que um grupo de sete ãããh *coisos *não tivesse promovido ontem uma manifestação de apoio à troika, que começasse nos Restauradores e terminasse no Largo Jean Monet, onde se situa a Representação da Comissão Europeia em Portugal. Jean Monet é uma espécie de Oscar Niemeyer da construção europeia, com a vantagem de ter morrido há muito tempo. Faria sentido que o agradecimento à troika começasse na Praça dos Restauradores - onde se comemora a restauração da independência - e terminasse no largo Monet, onde demos cabo do trabalho dos quarenta conjurados. sobretudo, se tivesse sido organizado por uma funcionária bancária... É por isso que esta crónica termina aqui: Paulo Cafôfo.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

1,5 salário X 2 = rescisão amigável

Quem dava a sua viuvez por garantida recebeu uma lição do OE

Se eu mandasse, contratava os serviços do angolano José Eduardo dos Santos para cortar nas Parcerias Publico Privadas em Portugal. A limpeza com que José Eduardo cortou a parceria estratégica com o governo de Lisboa, mesmo que ninguém soubesse o que isso era até ao momento em que acabou, deveria inspirar os governantes portugueses, tão púdicos na hora de cortar parcerias, sobretudo, quando são estratégicas para meia-dúzia de empresas estratégicas para meia-dúzia de partidos políticos estratégicos para a manutenção desta estratégia. Normalmente, o pudor em cortar parcerias estratégicas, sobretudo, entre entidades públicas e privadas, é proporcional à falta de vergonha em cortar nos privilégios dos pensionistas, dos funcionários públicos que têm o privilégio de ganhar acima dos 600€ mensais ou em direitos adquiridos. Ninguém gosta de ser dado por adquirido, os direitos também não. Quem dava a sua viuvez por garantida, recebeu uma lição do Orçamento de Estado para 2014. O governo é um bocadinho como aquela stripper, que de dia trabalha numa repartição de finanças e tem óculos de garrafa, e à noite põe lentes de contacto e trabalha numa dancetaria. Com isto não estou a dizer que o governo é uma sonsa com pensamentos badalhocos. Nem estou a dizer o seu contrário. Pessoalmente, não percebo o drama gerado à volta do corte da parceria estratégica entre Angola e Portugal. Primeiro, porque apenas 99,5% de Angola cortou a parceria estratégica com Portugal; segundo, porque 0,5 por cento de Angolanos - José Eduardo dos Santos, a filha, o resto da família Santos, as altas patentes militares e o Bonga (desculpem-me se me esqueci de alguém) - e 0,5 por cento do tecido empresarial português - Mota Engil, a Unicer e a Sonae mantêm as relações estratégicas entre os dois países no caminho do bem. No fundo, o que o governo angolano propôs ao governo português foi uma rescisão amigável, Passos Coelho fez as contas e 1,5 salário por cada ano de trabalho, e sem possibilidade de pedir a reforma, é uma proposta inaceitável, sobretudo para quem apenas trabalhou dois anos, apesar de amigável e de se saber que amigo não empata amigo! Se o Primeiro Ministro não aceitar esta proposta de amizade por via da rescisão do presidente angolano, eu cubro a proposta de Luanda e ainda conto para efeitos de indemnização, para além dos dois anos de governo, os anos da JSD, a última atividade que se lhe conhece antes de chegar a São Bento. Aceite que dá para pagar os IMI's da casa de Massamá nos próximos anos. 

domingo, 20 de outubro de 2013

Machete reage mal a pedido de desculpas de Ronaldo

"O pedido de desculpas de Ronaldo não chega aos calcanhares do meu! Os adeptos angolanos são muito mais exigentes que os merengues!", desabafou Rui Machete, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, a propósito da onda simpatia gerada em torno do craque português, depois deste ter pedido desculpa, durante os festejos do golo da vitória sobre o Málaga na conversão de uma grande penalidade, aos adeptos do Real Madrid pela sua fraca prestação no jogo. 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

" - Tu teins de sere pró-átibo, méne!"

Nota prévia (Sketch baseado no boneco de Miguel Gonçalves, ex-embaixador para o impulso jovem)


Sketch


Tu tens de sere pró átibo, méne
O q' é que quer dizêre pró átibo?

(Pausa)

Num seie, méne! Mas'o q'importa é que tens de sere, tás'a vere?!
Às bezes, o pobo num tem noçon qué perciso batê punho...

(Estereótipo do adolescente com headphones aparece pela primeira vez na imagem e sorri maliciosamente)

Num é isso, man! Tás'a vere o qu'eu digo? Tás'a vere? Batê punho é parti pedra, pecébes? É peciso a gente ir à cena, tar lá, pecébes? Fazer'um ganda pitch, what ever that means!

(Pausa)

What ever that means "what ever that means", pecébes?!

(Adolescente completamente apático diz sem entusiasmo)

 - Quero ir prá universidade!

What? I can't ear you what ever that means I can't ear you...

- Quero ir prá universidade!

Louder! Louder, what ever that means...

- Quero ir prá universidade!

- Fazere o quêe?

- Ser pandeireta na tuna, acumular matrículas no 1.º ano e praxar uma caloira nova todos os dias!

(Sketch termina com o "boneco" de Miguel Gonçalves visivelmente satisfeito com o resultado do seu trabalho, what ever that means)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Da transitoriedade, com amor!

Nos dias que correm, não há português que não seja transitório, esteja em trânsito ou transitado em julgado.
 
Dizer-se, por definição, que a direita não tem sentido de humor é, por um lado, um manifesto exagero, por outro, uma imprecisão que urge corrigir. É de quem não percebe nada disto, é de quem pensa - ó vistas curtas - que a definição define, que o governo governa, que - oh - o transitório transita. A direita só não tem sentido de humor quando é de direita, o que não acontece com a direita em Portugal, como o provou ontem a ministra das finanças durante a apresentação do orçamento de estado (OE) para 2014. Aliás, por cá a direita só o é no sentido em que não é de esquerda, definindo-se pelo seu contrário, o que infringe as regras da definição que define mas não as regras da definição que indifine, infundindo cada palavra de uma riqueza sémica que apesar de não esclarecer o sentido também não provoca dor de dentes a ninguém. Neste sentido, a definição de um termo transita de pessoa para pessoa, com mudanças bruscas de direção, de tal modo, que o que ontem era sêmea de trigo hoje é arroz doce e amanhã trufas. O que é um pénis? A definição que define diz "órgão sexual masculino", mas o José Castelo Branco aparentemente tem um, conforme penso ser demonstrável por filmografia recente, e não é por isso que alguém se preocupa com o rigor da definição. Por isso, quando ontem Maria Luís Albuquerque explicitou o seu conceito de transitório a propósito das "medidas transitórias" do OE não pude deixar de estar mais de acordo com ela. Medidas transitórias não é sinónimo de "medidas anuais", muito menos, de medidas transitórias, ousaria acrescentar eu. Só quem for abusivamente maldoso -  e não apenas meramente maldoso - é que poderia achar que "medidas transitórias" seriam "medidas transitórias". No caso vertente, medidas transitórias são-no na medida em que transitam de um orçamento para outro. Não percebo as reacções francamente exageradas de diversos quadrantes da sociedade portuguesa sobre esta definição, para mais transitória, da ministra das finanças sobre o que significa "transitório", e só linguistas pouco informados poderão lançar a dúvida sobre esta matéria. A definição de Maria Luís Albuquerque introduz uma nova noção de temporalidade ao termo, de tal modo que nos permite dizer que o Estado Novo foi uma "medida transitória" entre a I República e a Democracia e que teve a duração de 48 anos, entretanto suspensa desde 2011 de forma também transitória, já lá vão dois anos. Manuela Ferreira Leite preconizava uma "medida transitória" deste género mas por apenas seis meses, o que nos remete uma vez mais para a noção de temporalidade na nova acepção do termo "transitório" à luz das medidas transitórias prevista para o OE do próximo ano. Nos dias que correm, não há português que não seja transitório, não esteja em trânsito ou não tenha transitado em julgado. Porquê coiso um dois três à volta de uma beterraba que tem tanto de rolling stones como de pearl jam? Sinceramente, não percebo!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Sempre que o Mourinho me quiser...


Sempre que o Mourinho me quiser
Basta fazer-me um sinal
Soprado na brisa do mar
Ou num raio de sol


Sempre que o Mourinho me quiser
Sei que não vou dizer não
Resta-me ir para onde ele for

E esquecer-me de ti
E esquecer-me de ti
Como uma chama que se esquece
Numa fogueira que arde de paixão

Sempre que o Mourinho me quiser
Sei que a razão vai perder
Que me hei de entregar outra vez
Como a primeira vez
Que estive no Chelsea


Sempre que o Mourinho me quiser
Vou-me banhar nessa luz
Sentir a corrente passar
E esquecer-me de ti
E esquecer-me de ti


Como uma chama que se esquece
Numa fogueira que arde de paixão
Sempre que o Mourinho me quiser

Adaptação para sketch a partir do original "Sempre que o amor me quiser", de Lena d'Água

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A casa do gaiato do BPN

Quando Darwin sistematizou a Origem das Espécies e a Teoria da Selecção Natural estava a pensar em Paulo Portas e nos pensionistas de sobrevivência, sobretudo, nos que sobreviveram à noite de ontem. Quando Churchill disse no século XX que a pessimist sees difficulty in every opportunity, an optimist sees the opportunity in  every difficulty estava a pensar em Passos Coelho, por um lado, e na decoração de murais de facebook de milhares de portugueses desempregados do século XXI, por outro. Quando na primeira metade do Século XX John Bowlby identificou os "efeitos da institucionalização" julgava-se que o famoso psicólogo inglês se referia a jovens que cresciam em orfanatos ou casas de correcção. Hoje, quase um século depois, detentores de toda a informação, sabemos que se referia, entre outros, a Machete, que foi um dos muitos rapazes institucionalizado no BPN. Estou mesmo certo que se John Bowlby fosse vivo hoje a sua teoria sobre os nefastos "efeitos da institucionalização" mudaria radicalmente, tal como as "instituições". No caso de instituições como o BPN quem sofre os terríveis "efeitos da institucionalização" não são "os rapazes" institucionalizados, mas a sociedade em sentido mais lato - não confundir com sociedade lusa de negócios, em sentido estrito! Ou seja, o Oliver Twist da SLN não é Machete, é você! Voltando a Portas (nunca nos conseguimos livrar dele, na verdade!), quando ontem escutava a sua comunicação ao país a propósito de cortes nas pensões de sobrevivência fui acometido pelo "efeito Machete" e, de olhos no ecrã, desatei a pedir desculpa ao Vice Primeiro-Ministro pelos submarinos, pelas fotocópias, pelo irrevogáveis, pelos cortes nas pensões; ao Ministro de Estado e da Presidência, pelas acções da SLN, pelas desculpas a Angola; ao ministro da Solidariedade e da Segurança Social e à ministra das Finanças, por serem um casal de marionetas nas mãos do titereiro Portas! A sério, desculpem lá! Deixaremos de vos escrutinar! Não vos merecemos! O vice Primeiro-Ministro falou com os portugueses e explicou-lhes que era uma vítima de uma campanha de desinformação visando blá-blá-blá a propósito dos cortes nas pensões de sobrevivência blá-blá-blá. E convenceu-me! O corte nas pensões de viuvez é culpa dos pensionistas que sobreviveram para ganhar mais de 2000€ por mês! Não pude também deixar de sentir que Portas está no topo da cadeia alimentar - e adora tubérculos - e eu sou uma semente de beterraba sobrevivente e que rebentará na terra a partir dos 65 anos. Ando desde ontem à noite com suores frios, e nem sequer vi a Casa dos Segredos. Primeiro, ainda pensei que fosse por hoje ser dia de trabalho, mas depois percebi que ser uma beterraba nos retira a Razão, no sentido filosófico do termo, ou seja, a capacidade de pensão... Ainda esta noite dei por mim a sonhar que era uma beterraba a entregar pedidos de desculpa num semáforo da Amadora a todos os angolanos que me apareciam à frente. Eu chamo-lhe "efeito Machete", Mário Soares chama-lhe delinquência juvenil, o que é compreensível tendo em conta a diferença de idades entre ambos, e que faz de Soares um senador e de Machete um jovem com um mau começo. Com um bom psicólogo, habituado a trabalhar em instituições, tenho a certeza que Machete ainda vai a tempo de se emendar e, quando amadurecer, ser "um menino de verdade", como o pinóquio. 

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Pais do mesmo sexo do Bosão de Higgs dão força à causa da adopção por casais homossexuais

A recente atribuição do Nobel da Física aos pais do "Bosão de Higgs", também conhecido pela "Partícula de Deus", deu novo alento aos promotores da adopção por parte de casais homossexuais, uma vez que, segundo alguns responsáveis do movimento da adopção por parte de pessoas do mesmo sexo, "os pais do Bosão são do mesmo sexo, e o Bosão nunca foi tão feliz e não parece ser nem reprimido, nem traumatizado, nem estigmatizado, nem perseguido pelos Nobel da medicina ou da literatura, que são os colegas de escola", segundo fonte deste movimento, que concluiu: "trata-se inclusivamente de um processo abençoado por Deus". 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Júlia Pinheiro quer organizar edição relâmpago do Splash durante a manif da CGTP na Ponte 25 de Abril

Segundo conseguimos apurar, a directora de conteúdos da SIC, e apresentadora do "Splash", quer organizar um mega Splash em pleno tabuleiro da Ponte 25 de Abril com manifestantes da CGTP e convidados especiais. Para já, estão garantidos os manos Guedes, os manos Pinto e os manos todos da margem sul conhecidos de Rui Unas, co-apresentador do programa.  

Irmãos Pinto, irmãos metralha e irmãos Guedes garantem que protestar na Ponte 25 de Abril é seguro mas não leva a lado nenhum!

Os irmãos Pinto, que lideraram o protesto contra as portagens na Ponte 25 de Abril, no tempo em que Cavaco Silva ainda molhava o pincel em São Bento, os irmãos Metralha e os gémeos Guedes garantiram que as manifestações na Ponte 25 de Abril são completamente seguras. Segundo os manos Pinto, "o único defeito dos protestos na ponte 25 de Abril é que não servem para nada. Prova disso é o 1,55€ que uma viatura ligeira paga para atravessar o tabuleiro". Os gémeos Guedes disseram, por seu turno, que "mano, brutal, mano! Pô, mano, manifes na Ponte dá um Splash bué da louco, mano, pá!". 

Ponte 25 de Abril pode receber procissões da UGT mas não aguenta manifs da CGTP, Casamentos Gay e Finais de Jogo do Benfica...

Quem o garante é um parecer do Conselho de Segurança da própria Ponte, apoiado pelo congénere da ONU. Segundo Ban Ki-moon, "o tabuleiro da Ponte 25 de Abril é seguro para realizar maratonas, mega engarrafamentos, choques em cadeia e procissões da UGT, mas não tem qualquer condição para receber manifestações da CGTP, pois causam muita vibração". Na opinião do Secretário Geral da ONU, "as manifestações da CGTP são muito ruidosas e causam um vibrado incomodativo e permanente, muito pernicioso para os pilares da Ponte e qualidade do ar". Ban concluiu que "era preferível um comício da ETA às consequências que poderiam advir de uma manifestação dos trabalhadores portugueses confederados", disse antes de voltar à caverna tipo t2 nos Himalaias, que partilha com o mundo (ele num quarto, o mundo no outro), onde vive como monge tibetano e de onde gere os conflitos no planeta. 

E o Prémio Nobel da Física vai para...

"..ta que pariu, é pró Bosão de Higgs, mai nada"!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Grupo de biólogos financeiros funda observatório de Swaps em plataforma ao largo da Madeira

Um grupo de cientistas constituído maioritariamente por Biólogos das Finanças e financiado pelo Governo Regional da Madeira financiado pelo Governo da República financiado pelo FMI financiado pela Comissão Europeia Financiado pelo Banco Central Europeu acaba de fundar, numa plataforma flutuante em plena baía do Funchal, um laboratório para observação de contratos Swap subscritos por empresas públicas da Madeira. Segundo Silva Peneda, coordenador do projecto, "ainda há muito para saber sobre o dia-a-dia dos Swap. Já sabemos de que se alimentam, mas ainda desconhecemos as razões porque se alimentam em águas profundas e escuras, também ainda não sabemos nada sobre os seus rituais de acasalamento, como se reproduzem e porque razão preferem os países do sul da Europa para desovar".