quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Juízes do TC deveriam passar uma semana com Relvas em regime de tudo incluído para aprenderem a evoluir nos acórdãos como o Vidigal evoluía ou como Jesus amava

De cada vez que Pedro Passos Coelho olha para a constituição da equipa do Palácio Ratton devem-lhe passar pela cabeça os mesmos pensamentos maus que assomam à de Leonardo Jardim quando vê evoluir no terreno Labyad, Elias ou Boulahrouz, o meu preferido, porque num dia de nariz entupido e sem Cê Gripe à mão, rima com Moulin Rouge, o que me deixa absorto em pensamentos positivos como este: "Nicole Kidman". Coelho deve ter especial dificuldade em digerir as nomeações dos juízes "PSD" do Constitucional, que evoluem nos acórdãos tão bem como todos os outros juízes ou como Paulinho Santos sempre que via um certo Pinto a correr. Dos pensamentos maus que deverão passar pela cabeça do Primeiro-Ministro quando deita a cabeça no travesseiro, o pior deve ser este: «e se criasse um regime de mobilidade especial para os juízes do Tribunal Constitucional e os substituísse por aqueles candidatos a juízes que foram apanhados a copiar no exame de acesso à carreira da magistratura, não sem antes de os enviar para o Ratton os submeter a uma semana intensiva com Miguel Relvas, para aprenderem princípios fundamentais de... coiso, que é uma coisa que faz sempre falta, uma semana com o Relvas em regime de tudo incluído»?! A grande diferença, ainda assim, entre Leonardo Jardim e Pedro Passos Coelho é que Jardim é muito mais sensual, e não é por causa do sotaque madeirense como se pensa pois, segundo reza a lenda, a esposa grega do presidente grego do seu anterior clube na Grécia não entendia uma palavra de português... Quanto a vocês, que estão neste momento a pensar que «uma crónica deste género não cabe num espaço de humor deste género!», três coisas: 1.ª Cabe, porque eu apertei a letra e passei as margens e ainda dava para o dobro, se querem saber; 2.ª Esta é uma crónica gay que faz amor consigo própria e quer adoptar crónicas mais pequeninas; 3.ª Esta crónica não faz a distinção de género.

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