quinta-feira, 23 de maio de 2013

Da mesada de Pedro à reforma de António vai uma pequena distância...

António Passos Coelho pai adivinhem lá de quem, ok, não chegam lá, Pedro Passos Coelho, disse ontem que "o filho está mortinho por se ver livre disto". Adivinhem lá o que é "isto"? Ok, não chegam lá! "Isto" são vocês e o progenitor do primeiro ministro adiantou que, quando o filho abandonar funções, lá em casa vão fazer "uma grande festa". Passos Coelho pai (já não fazia isto desde George Bush pai) disse mesmo que com o andar da carruagem, ele que é médico reformado, qualquer dia deixa de ter reforma. (Pausa) É como se me tivesse electrocutado todo no teclado do computador... Está tudo doido e eu tenho uma teoria, que é também a explicação que todos procurávamos para esta senda de austeridade compulsiva com que o governo nos tem brindado a todos: António tirou a mesada a Pedro cedo demais, este jurou a si mesmo vingar-se um dia, e o dia chegou quando chegou ao governo. "Ai tiraste-me a mesada aos quarenta anos?! Ai tiraste?! Ai tiraste?! Então agora saco-te a reforma que é uma limpeza!". A questão que fica é: se estamos todos do mesmo lado, porque razão este governo se mantém em funções? Se toda a gente quer que Passos Coelho vá embora, inclusivamente, o próprio Passos Coelho e família, porque razão ele permanece? Se calhar é o pai de Vítor Gaspar que não deixa! Se calhar, é...
Crónica humorada

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